
Já é tarde, sempre é tarde.
Talvez não tão tarde para os que não escutam o passar dos ponteiros no relógio, avisando prontamente o que não se quer ouvir: sim, já é tarde.
Está escuro la fora. Quem se importa? Eles não se importam, sempre preferiram a noite. Calma, plena, escura.
E tudo isso é só uma constatação.
Comecemos do início: la nuit des masques. Ou a noite das máscaras.
Imagine Paris. Agora imagine a noite em Paris. Mais, imagine máscaras.
Douradas, vermelhas, pretas, douradas, douradas.
Máscaras e cores e luzes e poésie e musique e Paris. Infundidas na noite.
"É tarde, é tarde" avisou ele. "Temos o mundo, mas não temos tempo" respondeu ela. E a oniponência noturna não parece mais atingí-los.
Absorveram a escuridão e foram apprécier la nuit, la nuit des masques.

Eu e vusse vamos apprécier la nuit, la nuit des masques. <3
ResponderExcluirLendo esse texto eu me senti lendo um livro muit bom. o.o
Principalmente na parte do "ele disse ela disse".